Durante décadas, morar no centro das grandes cidades esteve associado apenas à praticidade. Hoje, entretanto, essa escolha ganhou novos significados. No caso do Centro de Curitiba, o movimento vai além da localização estratégica: trata-se de uma mudança cultural, econômica e comportamental.
Os apartamentos tipo estúdio deixaram de ser apenas uma solução compacta e passaram a representar um modelo inteligente de ocupação urbana. Com valorização média superior a 20% ao ano nos últimos ciclos imobiliários, esse perfil de imóvel transformou-se em ativo estratégico para investidores e, ao mesmo tempo, em resposta arquitetônica às demandas da Geração Z e dos jovens profissionais.
O crescimento expressivo das vendas de unidades compactas na capital paranaense revela que o centro voltou a ocupar posição de destaque. Mobilidade, proximidade com serviços e infraestrutura consolidada tornaram-se atributos decisivos para um público que prefere otimizar tempo a acumular metros quadrados.
O novo mindset: morar como extensão da cidade
A transformação não está apenas na metragem, mas no conceito. O morar contemporâneo deixou de ser isolado. Hoje, ele se articula com o entorno, com a rua e com a dinâmica cultural da cidade. Assim, surge o MINDSE7, empreendimento localizado na Avenida Sete de Setembro que traduz a ideia de integração total entre vida, trabalho e convivência. A proposta rompe com a lógica tradicional de compartimentalização e aposta em layouts flexíveis aliados a áreas comuns que funcionam como extensão do espaço privativo.

“Reforçamos que o sucesso de uma marca imobiliária está na construção de significado e conexão. O MINDSE7 chega como resposta aos movimentos da cultura e da cidade, traduzindo o que o público jovem-adulto busca hoje, autenticidade e pertencimento. Não trata apenas de metros quadrados, mas de um ‘mindset’ onde o cotidiano se torna mais interessante através do design”, afirma Louise Lamb, superintendente regional da Vanguard Curitiba.
O discurso encontra respaldo na prática. Ambientes como coworking, academia, lavanderia compartilhada e áreas de descompressão deixam de ser comodidades e passam a ser ferramentas de produtividade e qualidade de vida.
Viver com tudo: a cidade como sala de estar
A lógica do “viver com tudo” parte da premissa de que deslocamento excessivo é desperdício de energia. Ao integrar lazer e trabalho no mesmo endereço, o projeto propõe uma rotina mais fluida e conectada.
“Não é uma coisa ou outra, é tudo. Lazer e trabalho, música e silêncio, estudo e descanso convivem. Estamos construindo uma ideia diferente de morar, onde os espaços são o palco para a vida acontecer de forma plural e expressiva, com um projeto que respeita os ritmos individuais ao mesmo tempo em que fomenta a vida em comunidade”, destaca Louise.
Essa abordagem dialoga diretamente com o comportamento da Geração Z, que valoriza experiências, flexibilidade e senso de pertencimento. A casa passa a ser cenário, escritório, refúgio e ponto de encontro — tudo ao mesmo tempo.
Aliás, o Centro de Curitiba favorece esse modelo ao concentrar comércio, serviços, transporte público e oferta cultural em um perímetro caminhável. Dessa forma, o imóvel não se limita às paredes da unidade, mas se expande para o bairro.
Estúdios como ativo de alta liquidez
Sob o ponto de vista financeiro, o segmento de estúdios em Curitiba apresenta desempenho consistente. Além da valorização patrimonial acelerada, a rentabilidade de locação tende a superar modelos tradicionais, especialmente em regiões centrais com alta demanda.

Unidades compactas oferecem manutenção simplificada, menor custo operacional e maior rotatividade positiva. Consequentemente, a taxa de vacância tende a ser reduzida quando comparada a imóveis maiores em regiões periféricas.
“Hoje, o investidor busca ativos que conversem com as necessidades reais das novas gerações. O MINDSE7 é esse ativo, pois une a segurança do investimento imobiliário à modernidade de um produto que entrega conveniência absoluta. A praticidade de ter serviços compartilhados e uma manutenção reduzida são fatores decisivos para a baixa taxa de vacância observada nesse tipo de unidade na região central”, observa Louise.
Esse cenário reforça a consolidação do Centro de Curitiba como polo de investimento imobiliário estratégico.
Arquitetura como mediadora da transformação urbana
Mais do que atender a uma demanda mercadológica, o movimento aponta para uma redefinição do conceito de lar. O design assume papel central na criação de espaços que incentivam convivência sem comprometer privacidade.
A arquitetura contemporânea aplicada aos apartamentos compactos privilegia circulação eficiente, iluminação natural e integração visual. Assim, mesmo em metragens reduzidas, a sensação de amplitude é preservada.
O resultado é uma experiência urbana mais coesa, na qual o edifício se conecta com o entorno e estimula um estilo de vida cosmopolita, seguro e funcional.





