Presente em obras há séculos, o tijolinho atravessa gerações sem perder relevância. Junto com sua função estrutural, ele se soma como recurso estético capaz de transmitir calor, textura e personalidade aos ambientes.
À frente do escritório Paiva e Passarini Arquitetura, as arquitetas Vanessa Paiva e Claudia Passarini observam que a aparência rústica e natural do tijolinho propicia a tão almejada atmosfera acolhedora e reforçam que, quando bem combinado com outros materiais, consegue elevar à sofisticação sem perder o conforto visual.
Do passado à contemporaneidade
A história do tijolinho remonta às civilizações antigas, quando o barro moldado e queimado ao sol era usado para erguer casas e templos. Hoje, ele aparece de formas variadas, seja em tijolo maciço artesanal ou revestimentos modernos que simulam sua aparência. “A tecnologia permitiu reproduzir o charme original com mais leveza e praticidade, ampliando as possibilidades de uso”, comenta Claudia Passarini. Além disso, ela acrescenta que o tijolinho une tradição e contemporaneidade aos projetos de arquitetura.

Se engana quem o associa apenas ao estilo industrial ou à atmosfera campestre: o item se encaixa em propostas variadas e transita naturalmente do rústico ao sofisticado, do hall de entrada até áreas internas e externas. “Quando harmonizado com madeira, pedra ou metais, ele exala sem perder aconchego, e a aplicação estratégica em áreas de destaque reforça a autenticidade do espaço”, diz a arquiteta Vanessa Paiva.
A cor que aquece

Outro atributo que mantém o tijolinho sempre no radar é o terracota, tom quente e atemporal. “Ele pode assumir protagonismo ou aparecer como um detalhe que valoriza o espaço, principalmente em áreas externas”, explica Claudia.
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Evolução do material e aplicações
Antes restrito à estrutura das paredes, o tijolinho aparece em superfícies internas, fachadas, jardins e detalhes do mobiliário. Revestimentos como os bricks oferecem variações de cor, paginação e acabamento, mantendo a estética tradicional, mas com instalação facilitada e menor manutenção.

“A diversidade de formatos e acabamentos permite que o tijolinho se adapte a qualquer projeto, valorizando tanto espaços pequenos quanto residências amplas. A sua beleza está na simplicidade, capaz de encantar e permanecer relevante independentemente das tendências”, completa Claudia Passarini.
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