Corredores laterais, canteiros embaixo de árvores e faixas ao lado do muro têm algo em comum: ninguém sabe o que plantar neles.
Colocar qualquer folhagem tropical em pleno sol é erro clássico. As folhas queimam, perdem textura e a planta sobrevive sem ter graça nenhuma.
Vinda das florestas tropicais da Ásia, essa planta cresceu por séculos no sub-bosque — solo úmido, luz filtrada, copa de árvore acima.
As folhas longas com textura franzida criam um efeito visual imediato. É o tipo de planta que atrai o olhar de quem nunca a viu antes.
Entre a copa da árvore e a grama no chão, existe uma camada esquecida. Sem preenchimento nessa altura, o jardim parece sempre incompleto.
Helicônias, marantas e filodendros são as parceiras naturais. Mesma origem, mesmas exigências, resultado visual denso e bem resolvido.
Estreito, mal iluminado e ignorado — o corredor lateral encontra nessa folhagem uma das respostas mais eficientes do paisagismo contemporâneo.
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Nunca corte a folha no meio. O corte certo é sempre rente à base, removendo a folha inteira quando chega ao fim do ciclo.
Plantas floridas têm seu momento. Essa folhagem é verde, volumosa e com textura constante em todas as estações — sem interrupção visual.
O nome botânico intimida, as flores coloridas roubam a cena nas prateleiras. Mas quem planta no lugar certo entende rápido o que estava perdendo.