O concreto aguenta peso, mas racha sob tração, e é aí que o aço entra para resolver essa fraqueza junto com ele.
Vigas, lajes e fundações seguem em concreto armado porque a mistura vence vãos grandes e resiste a fogo, pragas e intempéries.
Uma estrutura bem feita atravessa décadas sem perder segurança, e isso conta na hora de vender ou financiar o imóvel.
O modernismo brasileiro, com seus vãos livres e curvas ousadas, só existiu porque o concreto armado permitiu o que a alvenaria não deixava.
Umidade, chuva e variação térmica favorecem um sistema que não sofre com cupim, apodrecimento ou corrosão quando bem executado.
Financiamentos, normas e avaliações de imóveis foram construídos em cima desse padrão, o que facilita crédito e revenda no mercado.
Esses sistemas ganham espaço em obras rápidas, ampliações e projetos sustentáveis, sem substituir o concreto em prédios altos ou terrenos exigentes.
Prazo, orçamento e solo definem o sistema ideal, e por isso as três técnicas convivem hoje no mercado da construção.
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