Por que a ergonomia virou prioridade nos projetos de cozinha contemporâneos

Com o protagonismo das cozinhas nos projetos residenciais, a ergonomia deixou de ser um detalhe técnico para se tornar um fator decisivo de bem-estar.

Web Site: Enfeite Decora

Ergonomia como pilar do projeto

A cozinha reúne múltiplas funções e exige planejamento preciso. Segundo especialistas, decisões mal dimensionadas geram desconforto físico e problemas de saúde ao longo do tempo.

Funcionalidade antes da estética

Entender a rotina dos moradores orienta escolhas mais assertivas. A ergonomia só funciona quando o projeto reflete hábitos reais, frequência de uso e permanência no ambiente.

Alturas corretas evitam dores

Bancadas muito baixas ou altas sobrecarregam coluna, ombros e braços. Medidas adequadas garantem conforto contínuo em atividades repetitivas, como cozinhar e lavar louça.

Armários bem posicionados fazem diferença

O recuo entre armários superiores e bancada evita acidentes e melhora o uso. Distâncias corretas também ampliam a sensação de segurança e fluidez no espaço.

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Circulação define a experiência

Fluxos entre 90 cm e 1,05 m favorecem deslocamentos naturais. Uma circulação bem planejada evita a sensação de aperto e melhora a convivência no dia a dia.

Torre quente exige leitura técnica

Forno e micro-ondas precisam respeitar respiros e alturas confortáveis. A leitura do manual do fabricante é essencial para unir segurança, ergonomia e desempenho.

Cooktop e pia pedem atenção extra

Altura entre 90 e 95 cm e distâncias mínimas entre equipamentos evitam riscos. O posicionamento correto reduz respingos, superaquecimento e fadiga durante o uso.

Bancadas organizam o trabalho

Setores bem definidos facilitam preparo, cocção e serviço. Recuos e alturas adequadas garantem conforto visual, apoio corporal e integração com banquetas.