O que a Geração Z realmente quer da moradia — e por que isso muda o futuro das cidades

A nova geração transforma a moradia em expressão de autonomia, saúde urbana e proteção climática. Seus desejos apontam para cidades mais próximas, resilientes e sensíveis ao bem-estar cotidiano.

Web Site: Enfeite Decora

A casa como âncora emocional

A Geração Z vê a moradia como rara fonte de estabilidade em um mundo volátil, priorizando acolhimento e previsibilidade em vez de patrimônio.

Saiba mais

Compra motivada por segurança

Mesmo jovens, muitos desejam adquirir um imóvel não como investimento, mas como um gesto de autonomia emocional e proteção afetiva.

Localização como questão de saúde

Viver perto de trabalho e estudo virou estratégia de bem-estar, reduzindo desgaste urbano e valorizando bairros completos e conectados.

Baixa satisfação com a cidade

O alto custo, imóveis precários e vulnerabilidade climática fazem a Geração Z se sentir menos satisfeita com o bairro onde vive.

Crise climática molda escolhas

Ventilação, isolamento, drenagem e áreas verdes tornam-se critérios essenciais para jovens que vivenciam eventos extremos com frequência.

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Conforto como resiliência

A ideia de conforto se expande: um lar deve resistir ao calor, umidade e instabilidades que desafiam o cotidiano urbano brasileiro.

Novos formatos, adesão cautelosa

Tiny houses e coliving despertam curiosidade, mas limites de privacidade e pertencimento ainda afastam muitos jovens dessas soluções.

Futuro urbano mais humano

A Geração Z impulsiona projetos que combinem bem-estar, tecnologia e sustentabilidade, abrindo caminhos para cidades mais vivas e acolhedoras.