Estante lotada não é estante decorada: entenda a diferença
Você já organizou uma estante com carinho, escolheu cada objeto a dedo, e ainda assim sentiu que o resultado incomodava de alguma forma difícil de explicar?
Web Site: Enfeite Decora
O excesso de preenchimento é o verdadeiro problema
Estantes lotadas cansam os olhos mesmo quando cada peça é bonita. O erro não é estético, é de composição.
O vazio também faz parte da decoração
Para a designer Alessandra Delgado, o respiro entre os objetos é tão importante quanto os próprios itens expostos.
A estante tem uma função além de guardar objetos
Ela organiza visualmente o ambiente, cria hierarquia e dá profundidade à parede, papel que se perde quando vira depósito.
Variar alturas evita o efeito vitrine
Livros deitados, objetos baixos e peças altas convivendo juntos aproximam a estante de algo genuinamente habitado.
Alinhamento demais também é um erro
Prateleiras organizadas como se fossem medidas por régua tendem a comunicar rigidez, e não acolhimento.
Estantes sofisticadas raramente parecem prontas de uma vez
O resultado elegante costuma vir de anos reunindo peças com significado, viagens e achados de garimpo.
Peças pensadas para durar envelhecem melhor
Móveis autorais como os citados por Alessandra Delgado seguem atuais por não terem sido criados para seguir tendência.
A escolha da estrutura importa tanto quanto o estilo
Além de suportar peso, a estante precisa ter linhas capazes de dialogar com décadas diferentes de decoração.
Três frentes para aplicar esse raciocínio em casa
Proporção entre cheios e vazios, variação de alturas e peças com história real formam a base de uma boa composição.