Esse arquiteto repensou a própria casa após virar pai – e o resultado surpreende

Quando um bebê chega, não é só a rotina que muda — a própria casa precisa reaprender a existir. A partir da experiência real de um arquiteto recém-pai, este conteúdo revela como cada ambiente pode crescer junto com a criança, sem improvisos.

Web Site: Enfeite Decora

Arquitetura que acompanha a infância

Bruno Moraes defende que o lar deve evoluir com o bebê, evitando reformas constantes e criando uma base funcional desde o primeiro dia de vida.

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Quarto pensado para hoje e amanhã

O projeto do quarto prevê duas fases: recém-nascido e infância, com infraestrutura elétrica, iluminação e layout preparados para o crescimento.

Menos excesso, mais essencial

Berço, trocador e poltrona formam o núcleo inicial do quarto, enquanto outros itens entram conforme a rotina da família se estabelece.

Autonomia desde cedo

O conceito montessoriano inspira móveis baixos e acessíveis, permitindo que a criança explore o espaço com liberdade e segurança.

Banheiro adaptado à rotina do bebê

Box maior, água quente e ausência de louças infantis garantem praticidade agora e versatilidade quando a criança crescer.

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Segurança integrada ao décor

Quinas protegidas, móveis fixos e objetos fora de alcance evitam acidentes sem comprometer a estética dos ambientes.

Casa que também cuida da saúde

Tintas sem solventes, tecidos lavados e iluminação suave ajudam a criar um espaço mais saudável e confortável para o bebê.

Soluções criativas e econômicas

Reutilizar móveis, investir em tapetes e apostar na organização funcional tornam o dia a dia mais prático e sustentável.