Essa poltrona dos anos 1960 virou símbolo de luxo tropical — e você vai entender por quê

Ela nasceu inspirada em jangadas do Nordeste, mas conquistou o mundo do design. Escultural, afetiva e surpreendentemente atual, a poltrona Jangada prova que certas criações não seguem tendências — elas criam o próprio tempo.

Web Site: Enfeite Decora

Origem que traduz brasilidade

Criada nos anos 1960 por Jean Gillon, a peça homenageia as embarcações nordestinas e transforma referências populares em design sofisticado e autoral.

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Escultura que acolhe

Com estrutura robusta em madeira e trama artesanal de corda, a Jangada combina força estética e conforto real, indo além da função de assento.

Luxo com raiz artesanal

A união entre madeira nobre e cordas trançadas revela o diálogo entre tradição manual e mobiliário de alto padrão, marca do design moderno brasileiro.

Atemporalidade comprovada

Décadas após o lançamento, a poltrona segue presente em projetos contemporâneos, transitando entre o minimalismo urbano e o rústico sofisticado.

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Protagonista em mostras de arquitetura

Em eventos como a CASACOR, a peça surge como elemento central, reforçando o conceito de refúgio brasileiro em ambientes urbanos e casas de campo.

Valorização internacional

Resgatada por colecionadores e curadores, a obra de Gillon ganha reedições cuidadosas que preservam o desenho original com atualizações sutis.

Conexão com o morar contemporâneo

Inserida em salas, varandas e suítes, a Jangada dialoga com plantas, tecidos naturais e iluminação suave, reforçando o bem-estar no cotidiano.

Mais que mobiliário, legado cultural

Símbolo de identidade e pertencimento, a poltrona representa um momento em que o Brasil transformou tradição em linguagem universal de design.