Dois gostos, um único lar possível

Você já imaginou tentar decorar uma casa quando cada escolha pode virar uma briga silenciosa? Há quem transforme esse impasse em arte — e o resultado surpreende.

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Arquiteta que também é psicóloga

Com mais de duas décadas de experiência, Cristiane Schiavoni afirma que entender o campo emocional vem antes de qualquer escolha estética.

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Não existe guerra de braços

Para ela, conciliar gostos não é sobre concessões dolorosas. A tarefa real é encontrar o que há de comum entre as duas pessoas — e sempre existe algo.

O silêncio também fala

Gestos, reações a imagens e materiais revelam mais do que palavras. Divergências estéticas, muitas vezes, escondem inseguranças e desacordos antigos.

Rústico e sofisticado no mesmo apê

Num apartamento de 140 m², ela costurou tijolinhos, crochê e serralheria contemporânea para atender um casal com inclinações completamente opostas.

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A cristaleira que não podia ficar de fora

Em Riviera de São Lourenço, um móvel antigo cheio de memórias ganhou lugar no living colorido — e virou ponte entre passado e presente do casal.

Retrô e industrial sem hierarquia

Metais, texturas aconchegantes e cores se uniram para que dois estilos antagônicos deixassem de ser conflito e passassem a ser identidade compartilhada.

Inox e madeira bruta na varanda

Uma ilha híbrida resolveu o impasse entre o moderno e o rústico: cada morador se reconheceu no espaço sem precisar abrir mão do que valoriza.

A mesa que resume tudo

Base em madeira rústica e tampo de vidro: uma única peça sintetizou dois universos e se tornou o símbolo mais concreto de uma convivência bem projetada.