Cooktops ocupam menos espaço que fogões convencionais e se tornaram aliados em projetos compactos e contemporâneos.
Gás, elétrico e indução: cada modelo atende a um perfil de uso e exige uma infraestrutura específica na cozinha.
Ainda o mais utilizado, o cooktop a gás pede ponto de gás encanado ou botijão, ventilação adequada e espaço para manutenção.
Simples de instalar, o modelo elétrico dispensa gás, mas exige circuito exclusivo em 220V e tem consumo de energia mais elevado.
O cooktop por indução não gera chama e tem superfície fria ao toque, mas exige panelas com fundo ferroso e instalação em 220V.
A escolha depende do perfil do morador: quem cozinha muito tende ao gás; quem preza estética e praticidade, à indução.
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É possível esconder conexões de gás em compartimentos técnicos nos módulos, garantindo segurança sem abrir mão da estética.
Qualquer solução de ocultação deve seguir a NBR 13932 da ABNT, preservando ventilação e acesso ao registro de gás.
Em ambientes abertos, combinar o cooktop com uma coifa é essencial para evitar que gordura se espalhe pelos demais cômodos.
Mais potente e robusto que o cooktop convencional, o rangetop é a escolha ideal para cozinhas com pegada industrial ou gourmet.