Chegar a 800 unidades em operação não é resultado de sorte. É, antes de tudo, consequência de um modelo de negócio bem calibrado, com suporte real aos franqueados e uma proposta que faz sentido para o mercado onde está inserido. A Casa do Construtor, maior rede de locação de equipamentos para construção civil da América Latina, voltou a confirmar esse posicionamento ao aparecer entre as 30 maiores franquias do Brasil no ranking divulgado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), com base nos dados de 2025.
O levantamento da ABF é considerado um dos mais rigorosos do setor. Os dados são coletados por meio de auditoria eletrônica, o que garante credibilidade às posições apresentadas. Figurar entre as 50 maiores redes de franquias em operação no país já é uma conquista expressiva, mas permanecer consistentemente nesse grupo, ano após ano, diz muito mais sobre a saúde estrutural da empresa do que qualquer meta isolada.
Uma rede que cresce com planejamento, não apenas com velocidade
O grande erro de muitas redes de franquia é confundir expansão rápida com expansão saudável. A Casa do Construtor tomou um caminho diferente: crescer com base em cidades de diferentes portes, levando o conceito de economia compartilhada para regiões que muitas redes convencionais ignoram. Dessa forma, a rede conseguiu se capilarizar pelo Brasil sem perder controle sobre a qualidade operacional de cada unidade.
Aliás, além da presença nacional, a rede já atua em países como Paraguai, Uruguai e Argentina, o que posiciona a marca como referência também fora das fronteiras brasileiras. Essa expansão sul-americana não é um projeto futuro, mas uma realidade em andamento, com unidades estruturadas e operando dentro do mesmo modelo aplicado no Brasil.
Para Altino Cristofoletti Junior, fundador da rede, o resultado reflete o acúmulo de um trabalho consistente:
“Estar novamente entre as maiores franquias do Brasil é resultado de um trabalho contínuo de fortalecimento da marca, suporte aos franqueados e expansão estruturada. Nosso modelo de negócio segue sólido e preparado para crescer ainda mais, acompanhando a evolução do mercado e as demandas dos clientes.”
Locação de equipamentos: o mercado que a construção civil precisava
Quem trabalha com obra, reforma residencial ou construção sabe que equipamentos como andaimes, betoneiras, compactadores, cortadeiras de piso e geradores representam um custo alto quando comprados. A lógica da locação de ferramentas e maquinários resolve esse problema de forma direta: o profissional ou o cliente final acessa o equipamento pelo tempo necessário, sem imobilizar capital em ativos que ficam parados entre um projeto e outro.
Esse modelo atende tanto o pequeno construtor quanto a construtora de médio porte, e também o consumidor que está reformando a própria casa sem precisar de equipamentos permanentes. Assim, a Casa do Construtor ocupa um papel que vai além da locação em si: ela viabiliza obras que, de outra forma, teriam custo inicial muito mais alto.
Suporte, tecnologia e franqueados preparados
A permanência no ranking da ABF não depende apenas do número de unidades abertas. O que sustenta uma rede de franquias entre as maiores do país é a consistência do suporte oferecido a quem está na ponta, ou seja, o franqueado que opera a unidade no dia a dia. Nesse ponto, a Casa do Construtor tem investido em capacitação contínua, inovação tecnológica aplicada à gestão das unidades e aprimoramento dos processos operacionais.
Expedito Eloel Arena, cofundador da rede, resume bem o que esse crescimento representa na prática:
“Esse resultado mostra que estamos crescendo com consistência e planejamento. Expandir significa gerar oportunidades para novos empreendedores e garantir que cada unidade seja estruturada para operar com rentabilidade e sustentabilidade.”
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A meta de 1.000 franquias e o que ela representa
Com 800 unidades já consolidadas, a rede projeta atingir a marca de 1.000 franquias nos próximos anos. Mais do que um número redondo, essa meta revela a ambição de ampliar o acesso ao serviço de locação de equipamentos para construção civil em regiões que ainda têm baixa cobertura. O que está em jogo não é apenas a liderança de mercado, mas a consolidação de um modelo que, ao gerar empreendedorismo regional, também movimenta a cadeia da construção civil de forma mais ampla e sustentável.
Para o setor de arquitetura, design de interiores e construção, a força de uma rede como a Casa do Construtor é sentida no dia a dia dos projetos: quando o equipamento certo está disponível, na cidade certa, no momento em que a obra precisa avançar.





