A Barra Olímpica deixou de ser apenas um legado esportivo para assumir, de forma definitiva, um papel estratégico no mapa imobiliário do Rio. O que antes era visto como território de expansão agora se comporta como eixo consolidado, com infraestrutura madura, calendário contínuo de eventos e, sobretudo, demanda real por moradia e locação. É nesse cenário que surge o In The Park Cidade Jardim, novo empreendimento da RJZ Cyrela, posicionado de frente para o Parque Olímpico e integrado ao bairro planejado Cidade Jardim.
A escolha do terreno não é casual. Implantado na Avenida Vice-Presidente José Alencar, em uma área com mais de 14 mil m² voltada para o parque linear, o projeto trabalha um conceito que vai além da metragem: a valorização da paisagem como ativo imobiliário. Vista permanente para área verde, fruição urbana organizada e conexão com equipamentos culturais e esportivos elevam o padrão de percepção do endereço. Em um mercado onde localização ainda é o principal critério de decisão, estar de frente para o parque significa proteger valor no longo prazo.
Mercado aquecido e liquidez dos compactos
O lançamento ocorre em um momento de forte absorção na região. A Barra Olímpica vive um ciclo em que eventos no RioCentro, a consolidação do Parque Olímpico e a perspectiva de novos polos de entretenimento aumentam a circulação e estimulam a procura por imóveis funcionais, especialmente os de menor metragem.

As unidades do In The Park Cidade Jardim refletem essa leitura de mercado. Há opções personalizáveis de 32 m² e 35 m², com configuração de studio ou sala e quarto, além de apartamentos de dois e três quartos, com 55 m² e 65 m². Essa dualidade é estratégica: atende tanto o investidor interessado em locação de curta ou média temporada quanto a família que busca moradia definitiva com infraestrutura completa.
“O In The Park Cidade Jardim nasce com o propósito de atender diferentes perfis de público, oferecendo desde unidades mais enxutas e eficientes para investidores e pessoas que buscam o primeiro imóvel até plantas voltadas à moradia de novas famílias”, afirma Carlos Bandeira de Melo, diretor de incorporação da RJZ Cyrela.
O grande erro de muitos projetos compactos é sacrificar circulação e iluminação natural em nome da densidade. Aqui, a proposta aposta em plantas inteligentes, com layout que favorece integração e aproveitamento real de cada metro quadrado. Em imóveis de 32 m², por exemplo, o que realmente faz a diferença é a possibilidade de personalização e a flexibilidade do mobiliário — fatores que impactam diretamente a experiência do usuário e a taxa de ocupação na locação.
Urbanismo planejado como diferencial competitivo
O Cidade Jardim não é apenas o endereço; é parte central da proposta de valor. Desde sua concepção, o bairro foi estruturado com ruas amplas, ciclovias, áreas esportivas e comércio de proximidade. Assim, reduz deslocamentos e cria uma rotina mais orgânica para o morador. Em tempos de cidades congestionadas, viver onde se resolve a vida a pé ou de bicicleta deixou de ser luxo e passou a ser critério técnico de qualidade urbana.
A presença do Parque Rita Lee e do Parque Olímpico amplia essa lógica. Não se trata apenas de lazer eventual, mas de incorporar o verde ao cotidiano. Aliás, a vista para o parque linear do próprio bairro reforça essa sensação de continuidade paisagística — um elemento que, no mercado atual, influencia tanto a decisão de compra quanto o valor de revenda.
Arquitetura de uso misto e áreas comuns como extensão da casa
Com duas torres e mais de seis mil metros quadrados dedicados ao lazer e serviços, o projeto trabalha o conceito de condomínio-clube, porém com leitura contemporânea. O complexo aquático reúne piscina com raia, spa e áreas de descanso integradas, além de academia e quadras esportivas. Não é apenas sobre oferecer equipamentos; é sobre criar um fluxo coerente entre atividade física, descanso e convivência.

Os espaços infantis, salões e lounges seguem a mesma lógica. Ao invés de ambientes isolados, o desenho prioriza transições suaves, estimulando o encontro sem comprometer a privacidade. Em empreendimentos voltados também ao investidor, essa qualidade das áreas comuns impacta diretamente a percepção de valor do inquilino e, consequentemente, a rentabilidade.
“Trata-se de um ecossistema pensado para prolongar a experiência de bem-viver, fortalecer o uso no cotidiano e aumentar o valor do ativo no longo prazo”, reforça Bandeira.
Serviços e operação profissional: o imóvel como ativo
O In The Park Cidade Jardim incorpora facilidades que dialogam com o novo perfil de morador urbano: personal concierge, mini market, lavanderia, central de encomendas, serviços pay per use e pontos de recarga para veículos elétricos. Contudo, o diferencial mais estratégico está na possibilidade de operação profissional para locação, por meio de parceria especializada em gestão de curta e média temporada.
Esse modelo integra tecnologia, hospitalidade e monitoramento contínuo, simplificando a jornada do proprietário. Em outras palavras, o imóvel deixa de ser apenas patrimônio e passa a funcionar como ativo administrado com lógica empresarial, algo cada vez mais valorizado em regiões de alta circulação como a Barra Olímpica.





