Enfeite Decora
Uma cortina errada costuma passar despercebida até o dia em que a sala parece pesada sem explicação, mesmo com móveis bonitos e paleta bem escolhida.
O problema começa no varão, que deixa o metal à mostra e disputa atenção com o tecido, dando ao conjunto um acabamento mais pesado e grosseiro.
Hoje, a saída mais usada é o trilho suíço, embutido no forro ou na sanca, que esconde a ferragem e deixa só a cortina em evidência.
O varão ainda faz sentido em estilos que pedem metal aparente, mas, fora desses casos, ele tende a puxar o olhar para o lugar errado.
Outro tropeço é comprar pouco tecido, porque sem largura suficiente a cortina não forma um franzido encorpado e acaba com cara de peça esticada.
No comprimento, vale deixar a barra tocando o piso, já que uma cortina curta passa a impressão de improviso, mesmo quando o tecido é bonito.
O blackout também pede cuidado, pois, sozinho ou sobreposto à cortina, perde a leveza e acumula volume toda vez que a peça é aberta.
Quando a sala precisa bloquear a luz, a persiana cuida dessa função, e a cortina fica livre para trabalhar só o visual do ambiente.