De dentro do buriti, pesquisadores do Piauí extraem um revestimento sustentável

Por: Enfeite Decora

O buriti é abundante no Cerrado e na Amazônia, mas guarda em seu pecíolo uma espuma natural leve, porosa e cheia de ar retido.

Descoberta incomum

Selecionar, tratar e processar a bioespuma exige etapas técnicas até o material atingir estabilidade para uso em obras.

Processo 

A baixa condutividade térmica da bioespuma, somada ao ar retido em sua estrutura, ajuda a reduzir trocas de calor entre ambientes.

Temperatura

A superfície fibrosa e a coloração natural do material não foram disfarçadas, mas transformadas em identidade visual do projeto.

Textura

A paleta dos revestimentos se inspira em solos, rochas e vegetação do Cerrado, fugindo da padronização industrial comum.

Cores

O material já apareceu na CASACOR Piauí e chegou à etapa final do Lab Procel II, programa federal de eficiência energética.

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